sábado, junho 30, 2007
quinta-feira, junho 28, 2007
na verdade
bimestre que vem eu preciso recuperar o interesse pela moda.
Por ora, preciso sair dessa nóia psicótica em que me encontro, preciso arranjar uma cura pra essa minha loucura
pra essa minha lou
cura
pra essa minha louc
ura
pra essa minha
loucura pra essa
minha
lou
cura pra essa minha loucura
pra essa minha
lou cura
pra essa minha l
o
u
cura
pra essa minha loucura.
Uau, o brogger mudou!
Que loucura. Segundo a gerência, deu um salto quântico ao enorme domínio googlistico universal. Daqui a pouco até a rede pão de açúcar eles compram.
Bom, desimportante.
Mas me faz pensar na mudança das coisas, que parece ser natural dos seres... Até dos não-naturais, tipo a internet. Ou dos não-seres. Mas ainda assim, ela o é, sendo o é como ser algo, sabem? Huhu
Pra mim, pelo menos, é perfeitamente normal mudar de alguns em alguns meses. Ou minutos. Acho até que perdi a alergia a gatos, depois de começar a conviver com uma louquinha! Não é incrível, fantástico? É sim, eu diria. Até inacreditável, se posso.
Falando nela, a gata Quitéria tem olhado com olhos de rêveur (ai, mas eu sou é chic demais.) pela janela da sala.. Normalmente, só pulava no
parapeito e deixava qualquer um da sala aterrorizado com sua possível queda. A impressão
que me vem é que a) arquiteta um plano meticuloso para sua iminente, definitiva e sem os
caprichos da burguesia doméstica... liberdade; ou b) lembra do temeroso domingo
(passado) em que tentou seguir um de seus trajetos normais, da varanda do Teo até a da
cozinha (saltinho fácil, coisa de criança), no qual sua pobre bunda ficou entalada no vão da
grade e, incapaz de se agarrar no ladrilho, escorregou lenta e certeiramente em direção ao
chão. Não sem antes atravessar a laje com um estrondinho. Acho que isso seria o suficiente
para me manter longe de qualquer janela. (Melhor para nós!)
Minha mãe vêm perguntando se a queda teria dado uns trancos na cabecinha da criatura...
já eu acho que ela sempre foi completamente despirocada. (Sendo fêmea, e tudo o mais..
turun-tch!)

